Para acessar boas oportunidades é preciso afastar o mal atendimento

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Para acessar boas oportunidades é preciso afastar o mal atendimento

Por: Mauro Galasso

 

Cada vez mais consumidores ganham capacidade de mudar de empresas e por isso são capazes também de mudar as empresas. Quando nascem inquietações nas relações empresa-cliente podemos seguir por dois caminhos: A) Se afastar e colocar desculpa no cliente; ou B) Usar essas experiências para entender como está nossa atuação na mente dos consumidores.

Vem à tona então aquela máxima comercial que diz: “As empresas que sobrevivem e crescem, aprendem que o consumidor deve ser o foco”. Assim lembramos que de nada adianta criar estruturas e discursos para vender produtos/serviços, se estes não atendem as preferências (e desejos) dos clientes. Empurrar estoque só gerará um ganho momentâneo para o vendedor, mas um longo problema de fluxo de caixa para o comprador. Trata-se de um pensamento relevante na hora de posicionarmos nossas plataformas de atendimento.

Todos nós somos sensíveis ao mal atendimento: abordagens grosseiras, informações desencontradas ou descaso no trato. O que muda são as nossas reações frente essas situações: alguns gritam e exigem seus direitos, outros simplesmente mudam de fornecedores. Poucos são aqueles reclamam (manifestam) suas insatisfações (cerca de 40%), portanto haverá um volume maior de situações que vão afastar empresas de seus consumidores e não saberemos por que disso.

Não é novidade que o segredo do sucesso ainda permanece no bom atendimento, baseado na cordialidade e atenção às informações de cada negociação. Mas quando deparamos com a simplicidade dessa fórmula, esbarramos com a complexidade de levar essas atitudes comportamentais para dentro das equipes que recepcionam e transacionam o fluxo comercial e de atendimento. Isso acontece basicamente pois temos o fator humano com sua (in)capacidade de controlar seu humor e sua concentração.

Para melhorar nossa abordagem no atendimento, precisamos atentar aos detalhes que nos influenciam e que estão no cotidiano de nossas vidas. Manter o humor elevado em tempos de crise pode parecer difícil de conseguir e a depressão pode se instalar nas equipes rapidamente. Vale lembrar que, justamente nesse período é onde clientes procuram aproximação de quem ainda tem otimismo nos olhos e está disposto a vencer às dificuldades (auto preservação).

Atender bem é um ciclo continuado e virtuoso.  Por isso, isso exige nossa reflexão comportamental sobre como atendemos clientes e parceiros. Já que essa empatia perante negócios não é algo que deve ser encarada como obrigação, mas sim com a naturalidade do certo a ser feito.

Atente-se a sua postura (verbal, gestual e vestimenta), projetando atenção e profissionalismo à sua imagem nos negócios. Bom humor pode ser controlado com ajuda dos colegas que se apoiam nas jornadas de trabalho, mantendo o astral no alto. Cuidado em trazer assuntos da vida pessoal para dentro do ambiente de trabalho, isso pode confundir você sobre a manutenção do relacionamento com parceiros e clientes. Se houver insatisfação nessas relações aja rápido. Restabeleça a satisfação, busque as causas e esteja pronto para melhorar seus serviços.

 

#AtendeBemQueVende

 

 

 

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